Tivemos um ano inteiro de conteúdos interessantes por aqui – e ficamos muito felizes por ter você conosco ao longo desses meses.  2018 foi desafiador, mas 2019 promete recompensar o esforço. Vamos reunir boas energias para fazer o próximo ano ser produtivo e gratificante.

Celebramos esse fechamento de ciclo e nosso primeiro ano de atividades como portal de notícias e informações da Indústria de Crédito e Cobrança.

2018 está acabando. Muitos dirão que sem deixar saudades.  Um ano que foi uma continuidade da crise que o Brasil estava e ainda está vivendo. Crise política. Crise financeira. Crise de transformação, dores do crescimento, ou da falta de. Da falta de planejamento. Da falta de propósitos.

Apesar de tudo isso consigo ver ao longo da trajetória desse ano alguns bons sinais. Onde se viu um acirramento político, prefiro enxergar um pequeno amadurecimento político.  Finalmente, saímos de cima do muro e tomamos posição.  Só que não estávamos acostumados a isso. Tomar posição. Escolher. Em alguns momentos exageramos. Mas contribuiu para o amadurecimento político.

Algumas instituições terminam o ano em baixa, o Judiciário chama a atenção por não nos dar um sistema jurídico estável e previsível, tão necessário ao crescimento econômico do país (no momento em que escrevo vejo o acordo Embraer-Boeing hora ser suspenso, hora voltar a existir). Péssimo para o crescimento do país. Precisamos de leis que funcionem para todos, precisamos de um sistema jurídico que nos dê segurança.

Apesar do ‘Fora Temer!’ e das malinhas, não podemos negar que o presidente que encerra o seu mandato trouxe a economia combalida para um eixo de estabilidade.

Jair Bolsonaro (crédito da foto Andre Coelho)

Em novembro elegemos o presidente mais a direita desde o fim do período discricionário. E esse, cumprindo todas as promessas de campanha, montou uma equipe ministerial de primeira linha. Deu o primeiro passo. O pessoal mais há esquerda vai criticar. Vão vaticinar o caos, como se não vivêssemos nele, vão atribuir todas as mazelas ao novo governo esquecendo que foram governo nos últimos 16 anos. 

E nós? O que cada de um nós fez para mudar o rumo da estória? Sentou e chorou ou escolheu vender lenços?

Nós da i.Coll escolhemos vender lenços.  Concluímos um projeto de alianças estratégicas com a OTG Trainning e Recupero Creditício inicialmente (outras alianças serão oportunamente informadas), e nos internacionalizamos. Reposicionamo-nos na Indústria. Escolhemos desenvolver uma empresa de cobrança 100% digital, o Estado da Arte do setor. Que junto a uma empresa de cobrança analógica pretende revolucionar o setor de recuperação de crédito. Criamos o portal CollBusiness News e em um ano o tornamos referência na Indústria de Crédito e Cobrança. Em dezembro comemoramos o nosso primeiro aniversário. A i.Coll completou 25 anos de existência em novembro. Nos orgulhamos de sermos responsáveis por todos os grandes avanços tecnológicos da Indústria durante esses anos. Nosso destino é inovar. Está no nosso DNA.

Digitally Pay é o nome dessa empreitada e nosso primeiro endereço internacional é Avenida Corrientes 500 – Buenos Aires – Argentina.  Ponto de partida para avançarmos sobre a América Latina. Os primeiros pousos latino-americanos já estão definidos.  Nosso propósito: subir a América Central, chegar ao México, Estados Unidos, Europa e Ásia. Não necessariamente nessa ordem. Nosso destino: ser global – pensar globalmente, agir localmente.  Afinal, nascemos dentro do admirável mundo WWW.

Alianças tecnológicas estão em andamento com Empresas Israelenses. Tudo isso porque acreditamos nos novos rumos do país.  Em um ambiente favorável aos negócios.  E na profunda transformação pelo qual o país passará nos próximos 8 anos.

Queremos e vamos surfar essa onda. Com inteligência, inovação e muito trabalho deixaremos para trás o ambiente desfavorável aos negócios. Nessa crença juntamos profissionais de tecnologia, de negócios, e de estratégia unidos em torno dos mesmos objetivos.

O clima de otimismo que antecede novos governos cria uma onda favorável (leiam mais na pesquisa Datafolha). Para que essa onda de otimismo se confirme, é preciso que transformemos nossas expectativas em ações diárias.

Que venha 2019. Só depende de nós.

Fonte: por Luciano Basile, para CollBusiness News, em 27.12.2018