Empresa cria tecnologia para fintechs e bancos

Nova tecnologia permite que aplicativos bancários aprimorem seus sistemas
aplicativo celcoin

Com foco em agilizar processos bancários, o aplicativo gratuito Celcoin, da empresa de mesmo nome, reúne todos os pagamentos do cliente em um lugar só, enviando-os para onde o dinheiro é destinado. A partir desta terça-feira (10), ele vai ampliar seu serviço para startups que usam a tecnologia para modernizar o setor, chamadas fintechs, e até mesmo bancos.

O Celcoin f. Hub, produto com tecnologia API (Interface de Programação de Aplicação) – o que significa que é capaz de integrar dois sistemas e facilitar as transações entre eles -, permite que, com apenas uma conexão, as companhias possam disponibilizar conteúdo digital, pagamento de contas, recargas de celular e transporte e até serviços de streaming em seus próprios aplicativos.

A ideia é que a tecnologia se torne aberta para que empresas parceiras a utilizem em seus próprios softwares, sem custo adicional para os consumidores, para que suas plataformas possam se expandir em questão de ferramentas e conteúdos e facilitar a vida do cliente.

Marcelo França, CEO da Celcoin, disse a EXAME que a intenção da companhia é democratizar e acelerar as transações bancárias. “Em vez de o cliente ter centenas de contratos, um para liberar cada função de seu banco, ele pode fazer uma única integração e reduzir em menos de um ano o tempo que demoraria para ter tudo ao seu alcance”, declarou França.

Segundo França, toda a remuneração que receberão vem diretamente das empresas que utilizarem o financial hub – centro financeiro da Celcoin -, sem qualquer necessidade de o cliente pagar uma taxa. O serviço é disponibilizado gratuitamente pelo aplicativo que o utilizar.

Até o momento da publicação desta reportagem, não haviam sido informados os bancos brasileiros que aderiram ao serviço.

O lançamento oficial da marca acontece hoje, terça-feira (11), durante o CIAB Febraban – congresso de tecnologia da informação que ocorre em São Paulo.

Fonte: por Maria Eduarda Cury, para revista Exame (on-line) , 11.09.2019

2019-06-16T23:30:52-03:0013/06/2019|Tecnologia|Nenhum Comentário
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