Créditos On-Line: quem são e quem eles podem se tornar / Créditos OnLine: quienes son y quienes pueden llegar a ser.

Aspectos legais a considerar / Aspectos legales a considerar

Para analisar os aspectos legais dos créditos on-line, fiz um estudo no qual começo a investigar na web sobre quem diz que são as pessoas físicas ou jurídicas responsáveis por ele, quem pode vir a ser (investigando), para finalmente saber com certeza e sem contradições que são responsáveis pelo que acontece neles.

Na realidade da Argentina, nos reunimos com entidades financeiras (reguladas pelo BCRA) e entidades não financeiras. Este aspecto não é menor na hora de tomar um crédito e é ainda maior se quisermos analisá-los legalmente. Sem dúvidas, para mim (isso é apenas uma opinião), me deixa mais seguro saber quem está do outro lado da web, que fundo eles têm no mercado e se há opiniões no mundo on-line sobre suas ações.

Aqui devemos analisar 3 aspectos:

  1. Leia sobre quem eles dizem que são, que geralmente você encontra na mesma tela, na aba que geralmente o identifica como “nós” ou “quem somos”.
  2. Procuro o código QR de dados fiscais, que geralmente está na parte inferior da página. Os dados fiscais, é um formulário, conhecido como 960 / NM, que permite aos clientes conhecer os dados fiscais de uma empresa. No caso de websites, todos os sites que comercializam produtos ou oferecem serviços devem necessariamente mostrar seus dados fiscais em um local visível no site. Não é para digitalizar o formulário 960 e colocá-lo na página, mas para gerar através da página do afip um link para os dados fiscais, que liga o site ao contribuinte. Por exemplo, este é o link para meus dados fiscais: 
     http://qr.afip.gob.ar/?qr=P8ocD6bovJ1f_q36jBfUwA,,  
  3. Digite o organismo https://nic.ar/ vinculado a Secretaria Jurídica e Técnica da Nação, responsável por gerenciar o registro de nomes de domínio terminados em “.ar” . Na página indicada, você pode pesquisar qualquer domínio e ver quem é o proprietário dele.                           

Regulado pela resolução 110 / 2016,  que em seu art. 3  lê-se:  “O Usuário que registrar um nome dedomínio deverá ter o título do mesmo, declarando que conhece e aceitaindesculpável as regras e procedimentos que regem a este respeito, assumindoque o registro não seja feito de má fé, com finalidade ilegal, não afeta, nemprejudica outros usuários e / ou terceiros”.

ARTIGO 34.- A responsabilidade do Titular ou doRepresentante é objetiva e independente da responsabilidade civil ou criminalque possa resultar dos atos ou omissões que constituem a infração ouirregularidade. 

Com base nestes 3 aspectos analisados, encontrei casos onde os 3 pontos coincidiram (aqueles que disseram quem eram, coincidem com os contribuintes de acordo com o QR e são os donos do domínio segundo Nic); depois encontrei outros casos em que eles só dizem quem são as pessoas que compõem a equipe fundadora, sem coincidir com os donos do domínio (Nic), sem ter o QR na web; e, finalmente me chamou a atenção entidades reguladas pelo Banco Central que nem sequer cumpriram o QR de dados fiscais, e que analisadas no cadastro de Nic, não coincidem com as mencionadas na página.

A falta de coincidência entre o verdadeiro dono do site e quem é o dono do domínio cadastrado no Nic, deve-se em alguns casos, ao designer da página, geralmente começa o processo de registro e aí está, sem finalizar o processo de delegação (que seria a última ação correta) e não está ciente das responsabilidades envolvidas.

Portanto, a análise inicial destes 3 aspectos deve ser estudada pela responsabilidade passiva e ativa do que acontece no âmbito da web.

Se quisermos executar os contratos que surgem de uma interação em uma página, devemos ser ordenados nesses três aspectos, combinando-os.

Para analizar los aspectos legales de los créditos on line, he realizado un estudio por el cual comienzo investigando sobre quienes dicen en la web que son las personas físicas o jurídicas responsables de la misma, quienes pueden llegar a ser (investigando), para saber finalmente con certeza y sin contradicciones quienes son los responsables de lo que en ellas suceda.

En la realidad de Argentina, nos vamos a encontrar con entidades financieras (reguladas por el BCRA) y no financieras, este aspecto no es menor a la hora de tomar un crédito, y más aún si queremos analizar jurídicamente a las mismas, y sin dudas, a mí (esto es sólo opinión) me genera más seguridad saber quién está del otro lado de la web, que antecedentes tienen en el mercado y si hay opiniones en el mundo online sobre su actuar.

Aquí deberíamos analizar 3 aspectos:

  1. Leer sobre quienes dicen que son, quegeneralmente, lo encuentras en la misma web, en la solapa que la identificanhabitualmente como “nosotros” o “quienes somos”.
  2. Busco el código QR de data fiscal, que porlo general está en la parte más baja de la página. La data fiscal, es unformulario, conocido como 960/NM, que permite a los clientes, conocer losdatos impositivos de una empresa. En el caso de los sitios webs, todoslos sitios que comercialicen productos u ofrezcan servicios, tienen que mostrarobligatoriamente su data fiscal en un lugar visible de la página web. Esto noes escanear el formulario 960 y ponerlo en la página, sino generar a través dela página de la afip un link a la data fiscal, que vincula el sitio con elcontribuyente. A modo de ejemplo, este es el link a mi data fiscal: http://qr.afip.gob.ar/?qr=P8ocD6bovJ1f_q36jBfUwA,,
  3. Ingresar a www.nic.ar organismo que depende de la Secretaria Legal yTécnica de la Nación, encargada de administrar el registro de nombres dedominio con terminación “.ar ” . En la página señalada, podría buscar cualquier dominio y verquién es el titular del mismo.

Regulada por la resolución 110/2016.- que en su art. 3° reza “El Usuario que registre un nombre de dominio revestirá la calidad de Titular del mismo, manifestando conocer y aceptar inexcusablemente las normas y procedimientos que rigen al respecto, asumiendo que el registro no se realiza de mala fe, con un propósito ilegal, ni afecta o perjudica a otros Usuarios y/o terceros.

ARTÍCULO 34.- La responsabilidad del Titular o del Representante es objetiva e independiente de la responsabilidad civil o penal que se origine por los hechos u omisiones que configuren la infracción o irregularidad.

En base a estos 3 aspectos analizados, encontré casos, en donde los 3 puntos coincidían (quienes decían que eran, coinciden con los responsables fiscales según QR y son los titulares del dominio según Nic), luego encontré otros casos en donde sólo dicen quienes son las personas que integran el team fundador, sin coincidir con los titulares del dominio (Nic), sin tener el QR en la web, y por último me llamó la atención de entidades reguladas por el Banco Central, que ni siquiera han cumplido con el QR de data fiscal, y que analizadas en el registro de Nic, tampoco coincide con los que se menciona en la página.

La falta de coincidencia entre el verdadero titular de la web y quien se encuentra como titular del dominio registrado en Nic, se debe en algunos casos, a que el diseñador de la página, por lo general comienza el trámite de alta y ahí queda, sin terminar el proceso de delegación (que sería esta última acción lo correcto) y no es consciente de las responsabilidades que esto implica.

Por lo tanto, el análisis inicial de estos 3 aspectos, debería ser estudiado por la responsabilidad pasiva y activa de lo que sucede en el marco de la web.

Si queremos ejecutar los contratos que surjan de una interacción en una página, deberíamos ser ordenados en estos 3 aspectos, haciendo coincidir los mismos

Fonte: por Raul Ostengo*, no Linkedin em 12.10.2018.

*Socio & Founder OSTENGO/ABOGADOS |Recupero Crediticio by Ostengo

Nota da Curadoria: a leitura do artigo do Dr. Raúl H.Ostengo, uma referência no mercado argentino de Crédito e Cobrança , deve-se a atenção que a Argentina, através de seus órgãos reguladores e dos empresários do segmento, dá aos seus processos ao abrir as informações do cedente do crédito, denotando a  intenção de transparência para todos os envolvidos.

La nota del Curaduría: la lectura del artículo del Dr. Raúl H.Ostengo, una referencia en el mercado argentino de Crédito y Cobranza, se debe la atención que Argentina, a través de sus órganos reguladores y de los empresarios del segmento, da a sus procesos al abrir la información del cedente del crédito, denotando la intención de transparencia para todos los involucrados.

2018-11-06T13:54:19-03:0006/11/2018|Crédito&Cobrança|Nenhum Comentário
Translate »